Restaurante Empório Santa Fé – Flamengo

Saboreado por Leonardo Spinardi | Categorias: flamengo, italiano, massas | Publicado em 27-09-2011

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Fachada do restaurante Empório Santa Fé, no Flamengo.

Fachada do restaurante Empório Santa Fé, no Flamengo.

Se tem um restaurante nas redondezas do Flamengo que é muito bem falado pelo cardápio internacional, pelo ambiente e pela extensa carta de vinhos, este restaurante é o Empório Santa Fé. É claro que tem outros que fazem frente na fama como o Alcaparra. Mas acho que o Empório Santa Fé ainda é o mais conhecido no bairro. Assim fomos nós conhecer o que há de famoso nos pratos contemporâneos do restaurante.

Mesa privilegiada do segundo andar com vista para o Aterro do Flamengo.

Mesa privilegiada do segundo andar com vista para o Aterro do Flamengo.

Vinho argentino Catena Malbec (2008), de mendoza - R$ 95,00. Na "Terça do Vinho", 25% de desconto: R$ 78,37.

Vinho argentino Catena Malbec (2008), de mendoza - R$ 95,00. Na "Terça do Vinho", 25% de desconto: R$ 78,37.

O restaurante fica num casarão de dois andares, ao lado do prédio da antiga Manchete, logo após a curva do hotel Glória. No primeiro andar, um ambiente mais informal é propício a petiscos e a boas taças de vinho. No de cima, os vinhos continuam no foco, mas o ambiente fica um pouco mais refinado e preparado para um jantar romântico, ou talvez um almoço de negócios, com uma vista interessante para o Aterro do Flamengo.

Para nos contextualizarmos, não perdemos muito tempo e logo encomendamos uma garrafa de vinho argentino Catena Malbec (2008), de Mendoza (R$ 95,00). Vale destacar que o restaurante oferece, todas as terças, a Terça do Vinho, quando as garrafas saem com 25% de desconto. Aproveitamos pra pedir um mais caro, é claro! O vinho, então, somado ao serviço, saiu por R$ 78,37.

Couvert: brandade de bacalhau, berinjela e pimentões grelhados, mussarela de búfala, patê de fígado de pato, manteiga, pães e torradas - R$ 14,80.

Couvert: brandade de bacalhau, berinjela e pimentões grelhados, mussarela de búfala, patê de fígado de pato, manteiga, pães e torradas - R$ 14,80.

Pra não ficarmos bêbados com uma taça, aceitamos o couvert que os garçons, sempre espertamente, já nos servem sem que a gente solicite. Não foi uma má pedida. O Couvert é composto por brandade de bacalhau, berinjela e pimentões grelhados, mussarela de búfala, patê de fígado de pato, manteiga, pães e torradas (R$ 14,80). As torradinhas com patê não deixam a gente ficar com a boca quieta. Principalmente umas que tem queijo gratinado por cima.

Anéis de lulas grelhadas - R$ 38,50.

Anéis de lulas grelhadas - R$ 38,50.

Apesar do couvert ser uma boa pedida para passar o tempo, achamos legal experimentar uma entrada mais elaborada para trazer uma resenha bacana pra cá. Então pedimos os Anéis de lulas grelhadas (R$ 38,50), que devo confessar, não encantou. É claro que é bom e o próprio garçom nos disse que era uma das entradas que mais saíam. Mas achei meio sme graça. Curte mais a variedade do couvert.

Medalhões de filé ao Boursin: medalhões de filé mignon, recheados com queijo boursin e grelhados. Molho de boursin e poivre. Acompanham batatas douradas com alecrim - R$ 58,50.

Medalhões de filé ao Boursin: medalhões de filé mignon, recheados com queijo boursin e grelhados. Molho de boursin e poivre. Acompanham batatas douradas com alecrim - R$ 58,50.

Com o vinho devidamente recebido por um estômago que não estava vazio, já era hora de conhecermos os carros-chefe da casa. Eu optei por carne e escolhi o Medalhões de filé ao Boursin: medalhões de filé mignon, recheados com queijo boursin e grelhados. Molho de boursin e poivre. Acompanham batatas douradas com alecrim (R$ 58,50). Uma boa pedida com dois belos pedaços de carne que vieram vermelhinhos no ponto que devem vir. A batata acompanhou, mas não combinou tanto. Outro acompanhamento teria resultado em melhor sinergia.

Raviolone de Camarões: raviolis grandes recheados com camarões, molho cremoso com camarões, alho-poró e cogumelos - R$ 39,50.

Raviolone de Camarões: raviolis grandes recheados com camarões, molho cremoso com camarões, alho-poró e cogumelos - R$ 39,50.

Minha mulher foi pelo caminho do mar, mas sem esquecer da culinária italiana. Ela escolheu o Raviolone de Camarões: raviolis grandes recheados com camarões, molho cremoso com camarões, alho-poró e cogumelos (R$ 39,50). A minha carne estava melhor, ma so prato dela, como um todo, se configurou mais harmônico. A massa é de primeira e o sabor do camarão é bem marcante, apesar do molho leve de alho-poró.

Para encerrar a experiência, parti para a sobremesa e escolhi um Romeu e Juliete caliente: sorvete de queijo com goiabada derretida (R$ 14,20). Opção certinha, mas já comi sorvetes e caldas melhores. Ou achei isso porque já estava pra lá de satisfeito? Minha mulher foi no de sempre, pedindo sorvete de creme com calda de chocolate (R$ 14,20). Nem coloquei essa novidade aqui porque a foto não estava lá essas coisas e achei que acrescentaria pouco. Encerrei um pocuo decepcionado porque a expectativa com o restaurante era grande. Pedi errado? Ou o Empório Santa Fé não é essa coca-cola toda?

Romeu e Juliete caliente: sorvete de queijo com goiabada derretida - R$ 14,20.

Romeu e Juliete caliente: sorvete de queijo com goiabada derretida - R$ 14,20.



RESUMO DO JANTAR

Excelente atendimento graças a garçons muito bem treinados que te acompanham de perto. Tudo bem que fiquei próximo à porta da cozinha, de onde não tem como fugir. O ambiente é legal, principalmente se você conseguir uma mesa que fica diante das largas janelas que dão para o Aterro do Flamengo. Não é uma vista sensacional, mas distrai e joga a favor de um bom jantar. Fui na Terça do Vinho, quando as garrafas tem 25% de desconto. O cardápio é vasto, com opções deliciosas só de ler. Cheguei com uma expectativa altíssima de ter uma incrível experiência e não foi o que aconteceu. Foi boa, é claro. Os valores não são exorbitantes, mas são um pouco acima da média, dependendo do prato. Só que eu não achei que a comida tenha ficado à altura e posso dizer que comi coisas mais gostosas em restaurantes mais simples, como o Carmelo, no Catete. Gostaria de ouvir outras opiniões para, quem sabe, dar uma segunda chance ao Empório Santa Fé.


Você é fã do Empório Santa Fé e discorda da minha opinião? Acha que eu não investi nos melhores pedidos? COMENTE ESSE POST e diga-nos o que deveríamos ter provado.


Restaurante Empório Santa Fé

Praia do Flamengo, 2
Flamengo – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2245 6274
http://www.emporiosantafe.com


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Restaurante Mitsuo – Flamengo

Saboreado por Leonardo Spinardi | Categorias: flamengo, japonês, orientais, peixes | Publicado em 01-07-2011

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Restaurante Mitsuo: simpático japinha do Flamengo.

Restaurante Mitsuo: simpático japinha do Flamengo.

No aglomerado de pequenas lojas que caracterizam o comércio local do bairro do Flamengo, você pode passar sem perceber este pequeno espaço, com fachada clean e bela decoração interna, que reserva algumas delícias da cozinha japonesa. É o restaurante Mitsuo! Um japinha pequeno, aconchegante e com preços excelentes.

Fachada do restaurante japonês Mitsuo, no Flamengo.

Fachada do restaurante japonês Mitsuo, no Flamengo.

Os elementos da mesa como copos e papel levam a identidade visual do restaurante.

Os elementos da mesa como copos e papel levam a identidade visual do restaurante.

Apesar do espaço enxuto, que nos remete a outras tantas temakerias que se espalharam pela cidade, a proposta do Mitsuo é sim um esquema fast-food, porém com um toque no ambiente e na culinária que não te faz querer comer e sair com pressa.

Decorado majoritariamente com madeira, o ambiente possui cerca de 20 lugares, abrigados sob uma luz indireta aconchegante. A música ambiente de bom gosto também ajuda na experiência. Além das mesas, algumas cadeiras contornam o balcão onde o sushiman Ricardo Koji, ajudado por mais duas ou três pessoas, no máximo, atendem os clientes e preparam os pratos na hora.

Temaki Filadélfia de Salmão, acompanhado da deliciosa mistura de shoyo e wasabi - R$ 11,50.

Temaki Filadélfia de Salmão, acompanhado da deliciosa mistura de shoyo e wasabi - R$ 11,50.

Como a gente não vai comer a luz nem as madeiras, acho bom começarmos a falar sobre o que realmente interessa para este blog. E a abertura dos trabalhos fica por conta de um clássico Temaki Filadélfia feito com atum ou salmão especial, com cream cheese e cebolinha, envoltos em arroz e alga (R$ 11,50). Particularmente esse é o meu predileto. Se somado à bem temperada mistura de wasabi e shoyo, disponível naquela “saboneteira” que você vê na foto, fica melhor ainda. Difícil eu passar uma semana sem bater ponto para comer este aqui. Chamo ainda a atenção para o recurso em papelão onde o temaki vem apoiado. Solução bem bolada, cujas partes podem ser destacadas de acordo com que você vai comendo, permitindo que a gente saboreie o temaki sem sujar as mãos ou a mesa. Curti!

Tartar de Salmão - gunkam de salmão, cream cheese e flocos de arroz - R$ 12,50.

Tartar de Salmão - gunkam de salmão, cream cheese e flocos de arroz - R$ 12,50.

O cardápio também é enxuto, mas consegue oferecer opções diferentes do básico. O Tartar de Salmão com Cream Cheese e Flocos de Arroz (R$ 16,00) é um deles. Pedacinhos de salmão são envolvidos em pequenas lâminas, também de salmão, acrescidos de cebolinha e molho especial. Acho a mistura interessante, mas acredito que ponto forte da casa seja mesmo os clássicos.

Na segunda leva, pedi dois combinados que trazem em sua composição peças mais clássicas da comida japonesa. No primeiro, o Combinado Variado (R$ 20,50), podemos saborear 6 sushis (você escolhe o sabor), 2 tuna cream, 2 tekka e 2 filadélfia. Olhando a foto agora, pude perceber que o par de filadélfia foi trocado por mais 2 de tuna cream. O destaque desse combinado, senão do restaurante inteiro, é mesmo o sushi.

Combinado Variado: 6 niguiri sushi, 2 tuna cream, 2 tekka e 2 filadélfia - R$ 19,00.

Combinado Variado: 6 niguiri sushi, 2 tuna cream, 2 tekka e 2 filadélfia - R$ 19,00.

Gosto tanto dos sushis que o segundo combinado que pedi foi o Combninados Niguiri (R$ 12,50), que vem com 6 unidades de sabor à sua escolha. Pedi duas porções dos que considero os melhores. Uma porção inteira de salmão saborosíssimo. E outra de peixe prego. Este peixe branco, que não é o namorado, muitas vezes preterido em relação ao salmão ou atum, é uma delícia. Se eu fosse descrever o que ele tem de tão diferente, eu diria que o próprio sabor do peixe carrega um suave sabor de limão e um aroma amanteigado, além de ser uma carne mais consistente. Experimente e me diga se eu tô viajando. É outra porção que como quase toda semana. O atum está desprestigiado nos meus combinados de sushi.

Combinado de Niguiri (sushi - 6 unidades) de salmão e do surpreendente peixe prego. Experimente este! - R$ 11,00.

Combinado de Niguiri (sushi - 6 unidades) de salmão e do surpreendente peixe prego. Experimente este! - R$ 11,00.

Para finalizar, investi em um prato quente e menos light. O Combinado Hot (R$ 21,45) é composto por 12 peças, sendo 4 de Hot Filadélfia (shari, salmão, cebolinha, gergelim, cream cheese e teryaki em Panko), 4 de Hot Salmão (salmão, cebolinha, gergelim, cream cheese e kani em Panko) e 4 de Crocante (atum ou salmão em flocos de arroz e molho teryaki). Considero este combinado uma excelente pedida para se juntar a um outro prato mais tradicional. Apesar de fritos, são sequinhos e muito bem montados.

Com tanta comida assim, não tive condições de experimentar as curiosas opções de harumaki ou temaki doce (cones em casquinha de sorvete) que o Mitsuo oferece. Da próxima vez que eu for lá, experimento e trago o acréscimo aqui nos comentários.

Combinado Hot com 4 peças de Hot Filadélfia, Hot Salmão e Crocante (flocos de arroz) - R$ 19,50.

Combinado Hot com 4 peças de Hot Filadélfia, Hot Salmão e Crocante (flocos de arroz) - R$ 19,50.



RESUMO DO JANTAR

Espaço pequeno, com pouca gente, meia-luz e boa decoração no meio do comércio do Flamengo. O Mitsuo é aconchegante e apesar da impressão fast-food, que se disseminou na cidade através de tantas outras temakerias, não faz com que a gente queira comer e sair correndo. A qualidade dos sushis, sashimis e temakis é excelente. Carros-chefe da casa com certeza! O preço é um destaque à parte. Em que restaurante você come uma porção de 6 sushis do peixe que você escolher por pouco mais de R$10? A garantia é o sushiman Ricardo Koji, que me parece o dono do lugar, e coloca as próprias mãos para confeccionar as peças. Se o olho do dono que engorda o gado, ops.. o peixe, acho que o Mitsuo ainda vai fisgar muita gente pelo bairro. Se não couber no pequeno ambiente do restaurante, dá pra pedir por delievery sem abdicar da qualidade.


Curtiu o simpático japinha do Flamengo? Não chega a ser um restaurante japonês, mas o Mitsuo é mais do que uma temakeria, certo? COMENTE ESSE POST e diga você o que achou!


Restaurante Mitsuo

Rua Marques de Abrantes, 87
Flamengo – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2553-2806
http://www.mitsuobrasil.com.br


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Restaurante Oklahoma – Flamengo

Saboreado por Leonardo Spinardi | Categorias: buffet, flamengo, self-service, sopas | Publicado em 29-06-2011

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Fachada do Restaurante Oklahoma, no Flamengo.

Fachada do Restaurante Oklahoma, no Flamengo.

Quando o inverno bate à porta, nada melhor do que uma boa, saborosa e consistente sopinha para aquecer, matar a fome e acariciar o paladar. Não é de hoje que alguns restaurantes têm oferecido, não só no inverno, uma bancada de sopas diversas entre as suas opções. Aqui no blog já fizemos resenha sobre o festival de sopas do Brasa Grill. Quis aproveitar o inverno que começa para falarmos do buffet de sopas do restaurante Oklahoma, no Flamengo.

Festival de sopas para todos os gostos: creme de legumes, ervilha, feijão,  caldo verde, sopa de legumes e canja de galinha - R$6,00 (cada).

Festival de sopas para todos os gostos: creme de legumes, ervilha, feijão, caldo verde, sopa de legumes e canja de galinha - R$6,00 (cada).

O Oklahoma é um restaurante de buffet com diversas opções de saladas, pratos quentes e até comida japonesa. Lá no finalzinho do salão, bem escondido, fica a bancada de sopas. Seis sabores diferentes estavam disponíveis para a escolha: creme de legumes, ervilha, feijão, caldo verde, legumes e canja de galinha.

Na cestinha de pães, senti falta das pizzas brancas...

Na cestinha de pães, senti falta das pizzas brancas...

O esquema não é festival, nem rodízio. Para cada prato de sopa que você toma paga R$ 6,00, com direito à cestinha de pães diversos para acompanhar. Estranhei que a cestinha que me foi oferecida não tinha pizzas brancas, um dos tipos de “pãozinho” mais gostoso para acompanhar a sopa. Percebi que na mesa ao lado tinha e solicitei ao garçom que me trouxe uma outra cesta, desta vez sim, com uma boa porção de pizza branca.

Caldinho de feijão não tem muito erro, mas esse parecia ser uma versão mais light.

Caldinho de feijão não tem muito erro, mas esse parecia ser uma versão mais light.

Dos seis tipos de sopas disponíveis, experimentei três. Particularmente, acho que uma sopa para estar ruim deve ter sido muito mal feita. Eu diria que a margem de erro é pequena para a maioria das sopas. O caldinho de feijão estava bem consistente, porém desceu levinho. Parecia ser uma versão mais light de um caldinho de feijão convencional, sem bacon e sem nenhum pedaço de carne.

O Caldo Verde estava bastante consistente e se destacou entre os sabores experimentados.

O Caldo Verde estava bastante consistente e se destacou entre os sabores experimentados.

O destaque das sopas ficou com o Caldo Verde, muito por conta do ponto da consistência. Além disso, o tempero estava certinho. Se não tivesse o compromisso de trazer uma resenha mais completa, teria tomado mais um prato dessa sopa. Mas achei que a resenha ficaria mais rica se eu trouxesse o parecer sobre outro sabor.

Investi, então, na Canja de Galinha, o clássico dos clássicos das sopas. Estava gostosa também, porém achei com um pouquinho de gordura além do habitual que costumo consumir na concorrência. De qualquer forma, não roubaria o primeiro lugar do Caldo Verde. Mas isso também é uma questão de paladar. Como seriam as outras sopas? Melhores que estas ou não? Só aguardando mais um dia de frio convidativo para saber.

A Canja de Galinha também estava boa, porém um pouco mais gordurosa que a da concorrência.

A Canja de Galinha também estava boa, porém um pouco mais gordurosa que a da concorrência.



RESUMO DO JANTAR:

O restaurante Oklahoma é um ambiente comum, sem decoração e com perfil de buffet, oferecendo diversas opções de saladas, pratos quentes e até sushi bar. Não é um local romântico ou com atendimento que chame atenção (até porque é self-service), mas oferece uma proposta justa para tomar uma sopinha gostosa no cotidiano, principalmente nos dias de inverno. Experimentei o caldinho de feijão, o caldo verde e a canja de galinha. Todos gostosos, com destaque para o caldo verde, muito acertado na consistência e no tempero. Você pode encontrar sopas gostosas como essa em qualquer esquina, mas se estiver pelo Flamengo em um dia frio, o Oklahoma pode ser uma opção prática.


Você concorda que sopa no inverno cai bem? COMENTE ESSE POST se você já tomou a sopa do Oklahoma ou recomende outras sopas pra gente!


Restaurante Oklahoma

Rua Senador Vergueiro, 35
Flamengo – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2557-6464
Sem Site


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Restaurante Intihuasi – Flamengo

Saboreado por Leonardo Spinardi | Categorias: flamengo, frutos do mar, peixes, peruano | Publicado em 25-02-2011

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Fachada iluminada do restaurante peruano Intihuasi, no Flamengo.

Fachada iluminada do restaurante peruano Intihuasi, no Flamengo.

Taí um post que deverá relatar uma experiência única entre os restaurantes do Rio de Janeiro. Isso porque o restaurante Intihuasi é o único restaurante peruano da cidade. Sim, comida peruana, tô errado? Bem, pesquisei outros e não encontrei nenhum. É bom que a mística em torno do lugar se mantém, assim como nas ruínas de Machu Picchu.

O restaurante Intihuansi fica no Flamengo, é pequeno e costuma ficar lotado nos finais de semana. Isso porque a culinária peruana é representada fielmente. Não sei se a fonte é oficial, mas conversei com uma mulher lá dentro, que se disse a dona, que veio do Peru e se casou com um brasileiro. Se for verdade, parabéns a ela pela iniciativa de compartilhar com a cidade uma culinária tão exótica e rica como a peruana. Estive no Peru no ano passado e posso dizer que eles conseguem misturar as centenas de tipos de milhos e batatas em quase tudo. Até nas bebidas. Ah, e dá-lhe frutos do mar. Mas vamos ver se a experiência no Intihuasi vale mesmo à pena.

Uma estante com um arsenal de garrafas de Pisco, a cachaça brasileira.

Arsenal de garrafas de Pisco, a cachaça brasileira. No canto, uma garrafa do clássico Inka-Cola. A Coca-Cola peruana com gosto de chiclete!

Dois drinks em cima da mesa, um Pisco Sour (pisco, suco de limão, açúcar e clara de ovo) e um Leche de Tigre (pisco com suco de cebiche). Ambos por 15 reais.

Bebidas típicas e exóticas: Pisco Sour (pisco, suco de limão, açúcar e clara de ovo) e Leche de Tigre (pisco com suco de cebiche) - R$ 15,00.

O Peru também tem a sua cachaça e, assim como no Brasil, ela é tomada em forma de aperitivo e serve como base para inúmeros tipos de drinks. Estamos falando do Pisco. Sua mistura mais famosa, equivalente à caipirinha brasileira, é o Pisco Sour (R$ 15,00), que mistura a bebida alcoólica com limão, açúcar, uma pitada de canela e… e… e… clara de ovo batida (!!!). Falando assim até assusta. Mas a mistura fica homogênea e agradável, sem nenhum ranso do ovo. Se não vier carregado no açúcar, dá pra ficar tomando a noite toda. Esse veio bom, só não tomei a noite toda porque meu cartão de crédito não estava preparado para isso.

Drink colorido (verde, amarelo e vermelho), chamado Machu Picho, em cima da mesa, por 15 reais.

Exótico e colorido drink: Machu Pichu (pisco, suco de laranja, granadina e menta) - R$ 15,00.

Eu e minha mulher fomos com um casal de amigos que, para nos ajudar a fazer uma resenha caprichada, pediram os drinks Machu Pichu (R$ 15,00) e Leche de Tigre (R$ 15,00). Este primeiro mistura o pisco com suco de laranja, granadina e menta. Fica uma mistura refrescante, mas que já é invenção demais em cima da bebida típica. O segundo também é típico do país (experimentei lá também) e de assutar só de olhar no cardápio. Pisco com suco de cebiche. Isto é, uma espécie de cachaça com o caldo de peixe. Fica difícil acreditar em mim, mas é uma bebida curiosa, que chega até a ser gostosa. Não é um pedido que eu faria a noite inteira, mas recomendaria a experimentação para se ter noção como misturas esquisitas podem ter bons resultados.

Porção de Maiz, milho clássico do país, que parece aquele milho duro de pipoca. É servido como entrada.

Porção de Maiz. Delicioso milho aperitivo (acompanha bebidas), clássico do país, que lembra os milhos duros de pipoca, porém mastigáveis.

O Leche de Tigre veio acompanhado de um delicioso milho apertivo, muito popular no país, que se parece com um milho de pipoca, porém mastigável. É um amendoim com gosto de milho, que se a gente se distrair, come um saco todinho. No restaurante, a porção é comedida e só vem essa cambuquinha. Sou doido para descobrir onde vende isso aqui no Brasil. Se você está lendo esse texto e sabe, por favor, compartilhe o ouro!

Quatro porções do prato de entrada

Piqueo de la Serra Peruana (p/2) - degustação de pratos serranos: carapulcra, olluquitos con charque, chicharrón e ensalada de quinua - R$ 59,00.

Uma das preocupações que tenho quando visito restaurantes onde tudo é surpresa, é tentar pedir variedade de pratos e entradas que cubram boa parte das opções disponíveis. Não só para eu experimentar e ter um panorama, mas também para trazer aqui para o blog. Pensando nisso, escolhemos o Píqueo de la Serra Peruana (R$ 59,00), uma entrada que reúne os principais ingredientes da região serrana do peru, conforme diz o nome.

Falar de carapulcra, olluquitos con charque, chicharrón e ensalada de quinua não ajuda muito. Tentando traduzir, em ordem: 01) frango, carne de cedro, purê de batata amarela, mandioca com alho, pimenta, sal e temperos;  02) uma espécie de batata (entre a baterraba e a mandioca) com uma espécie de carne de sol, alho e temperos; 03) costela ou picanha de porco; 04) salada de quinoa com milho, vagem, ervilha e azeitona.

Também de entrada... Causa Colonial con escabeche de camarones: leve massa de batatas com aji peruano cobertas com fino escabeche de camarões - R$ 29,00.

Também de entrada... Causa Colonial con escabeche de camarones: leve massa de batatas com aji peruano cobertas com fino escabeche de camarões - R$ 29,00.

Como éramos 4, uma entradinha daquela serviu porções muito pequenas para cada um. Pedimos uma Causa Colonial (R$ 29,00) para completar. Para variar, tem batata ou milho no meio: leve massa de batatas com aji peruano cobertas com fino escabeche de camarões. O combinado da serra estava bem mais gostoso que essa entrada. Vale lembrar que também havia uma opção de Piqueo de la Costa peruana (R$ 59,00), outro combinado, só que com os ingredientes usados na costa do país.

Cordero al horno - fatias de pernil de cordeiro ao forno, com molho especial; acompanha batata noisette, arroz e salada de quinua - R$ 47,00.

Cordero al horno - fatias de pernil de cordeiro ao forno, com molho especial; acompanha batata noisette, arroz e salada de quinua - R$ 47,00.

Hora dos pratos principais. Como eu não resisto a um cordeiro, meu pedido foi o Cordero al horno – fatias de pernil de cordeiro ao forno, com molho especial; acompanha batata noisette, arroz e salada de quinua (R$ 47,00). A batata noisette não me pareceu muito peruana, mas devo dizer que o meu prato (claro, na minha opinião), foi o melhor dos 3 experimentados. O cordeiro vinha acompanhado de um molho que parecia o madeira, só que mais adocicado.

No entanto, o pedido do meu amigo Guilherme Mattoso, que também é eventual colaborador aqui (leia Filets & Folhas e Bistrô do Paço), também trouxe uma mistura curiosa. Ele, que é um fã confesso de sabores agridoces, escolheu o Camarones con miel de naranja – camarões empanados com quinua cobertos com delicioso molho de laranja, acompanhados de arroz com nozes e passas (R$ 53,00). O cítrico da laranja no crocante do empanado do camarão diz tudo. Ficou com o segundo lugar, quase roubando o primeiro.

Camarones con miel de naranja - camarões empanados com quinua cobertos com delicioso molho de laranja, acompanhados de arroz com nozes e passas - R$ 53,00.

Camarones con miel de naranja - camarões empanados com quinua cobertos com delicioso molho de laranja, acompanhados de arroz com nozes e passas - R$ 53,00.

As damas arriscaram menos. Minha mulher e a mulher do meu amigo, a digníssima Tatá, escolheram o Quinoto Raymi – risoto ao açafrão com quinua, camarões, champignons e queijo (R$ 39,00). Longe de ser ruim, o sabor do prato só é mais próximo das misturas que nosso paladar brasileiro está acostumado. Gostoso, suave e levinho. Interessante, porém medalha de bronze!

Quinoto Raymi - risoto ao açafrão com quinua, camarões, champignons e queijo - R$ 39,00.

Quinoto Raymi - risoto ao açafrão com quinua, camarões, champignons e queijo - R$ 39,00.

Para fechar, pensei que tipo de sobremesa eu poderia experimentar que retratasse algo realmente peruano…e que eu gostasse. Entre opções beeem diferentes como sorvete de lúcuma ou creme à base de milho roxo com frutas desidratadas, optei pelo Suspiro de limeña – doce de leite amendoado, merengue ao vinho do porto (R$ 9,00). Lembrou um tiramisu,sem a parte do bolo. Apesar de levinho (quase uma espuma) a sobremesa é bem do tipo que eu gosto. Doce de verdade. Se quiser algo menos rasgado no doce, procure outra opção. Mas eu gostei! Não só da sobremesa, mas da aventura que é descobrir essas novas misturas. E volto lá pra encontrar outras surpresas nos cantinhos do cardápio.

Suspiro de limeña - doce de leite amendoado, merengue ao vinho do porto) - R$ 9,00.

Suspiro de limeña - doce de leite amendoado, merengue ao vinho do porto) - R$ 9,00.



RESUMO DO JANTAR:

O restaurante é pequeno, dispõe de um mezanino com 3 ou 4 mesas e costuma ficar cheio no fim de semana. Por isso, vale à pena ligar antes pra tentar uma reserva. Mas se chegar na hora, não deve esperar muito. O cardápio é bastante variado e fica difícil escolher uma opção. Mas você pode tentar se antecipar olhando o site. As opções de sabores são exóticas e marcantes. O preço é um pouco salgado, mas devemos considerar que é o único restaurante na cidade onde é possível comer pratos típicos peruanos. E, claro, paga-se um pouquinho mais por isso, pela exclusividade. Os pratos demoraram quase 30 minutos, mas como havíamos pedido as entradas e o papo estava animado, nem percebemos a demora.


Já experimentou a culinária peruana? É simpatizante? COMENTE ESSE POST e nos diga o que você achou do restaurante Intihuasi.


Restaurante Intihuasi

Barão do Flamengo 35 D
Botafogo – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21)2225-7653
http://www.intihuasi.art.br/


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Restaurante Miako – Botafogo

Saboreado por Leonardo Spinardi | Categorias: botafogo, chinesa, flamengo, frutos do mar, japonês, orientais, peixes, tailandês | Publicado em 17-09-2010

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Fachada do restaurante japonês Miako, na divisa entre os bairros de Botafogo e Flamengo.

Fachada do restaurante japonês Miako, na divisa entre os bairros de Botafogo e Flamengo.

Na hora do almoço, durante um dia da semana, escapei do trabalho para consertar um micro-ondas na Zona Sul e aproveitei para revisitar um clássico restaurante japonês no Flamengo, na divisiória com o bairro de Botafogo. Trata-se do restaurante Miako. E quando digo clássico, é porque além de não oferecer rodízio, ele é administrado por uma família de japoneses, com muitos deles, inclusive, trabalhando no atendimento. O papel que cobre a mesa informa que o restaurante existe desde 1972. Tradição japonesa é o que não falta.

Desde 1972 servindo a culinária japonesa no Rio de Janeiro. Deve ser bom, não?

Desde 1972 servindo a culinária japonesa no Rio de Janeiro. Deve ser bom, não?

Entrada do restaurante Miako. Sem querer, fotografei a Zezé Polessa, que estava lá com a Débora Falabella e mais uma amiga. Globais no Miako, é mole?

Entrada do restaurante Miako. Sem querer, fotografei a Zezé Polessa, que estava lá com a Débora Falabella e mais uma amiga. Globais no Miako, é mole?

Quando decidi almoçar lá, já estava preparado para comer um pouco menos do que estamos acostumados em rodízio, pois sabia da ausência dessa opção no restaurante. No entanto, me surpreendi com o Miako Japan Fest. Acho que o estabelecimento criou essa opção para se tornar mais competitivo em relação à vizinhança, já que os restaurante Mizu e Via farani oferecem boas opções de rodízio. Acho que a proposta está funcionando. O restaurante estava cheio e eu saí um bocado satisfeito de lá.

Não tem rodízio, mas tem o Japan fest. Não é a mesma coisa, mas compensa.

Não tem rodízio, mas tem o Japan fest. Não é a mesma coisa, mas compensa.

O Miaku Japan Fest oferece mais de 40 opções de pratos japoneses, chineses e até tailandeses, e você pode escolher cinco opções que vêm em pequenas proções, por vezes nem tão pequenas assim. Ainda ganha um sobremesa simbólica de saída. Tudo isso por R$ 38,00. Um precinho um pouco abaixo do rodízio, mas que justifica a quantidade de comida que vai se desenhando.

Porção de shiitake - uma das opções do Japan Fest.

Porção de shiitake - uma das opções do Japan Fest.

Pequena e saudável porção de Nirá. Ao lado, recheada cambuca de Bifun (macarrão de arroz com legumes).

Pequena e saudável porção de Nirá. Ao lado, recheada cambuca de Bifun (macarrão de arroz com legumes).

Preocupado com a possibilidade de comer pouco, selecionei estratégicamente cinco opções que mesclassem uma boa dose de carboidratos, mas também que englobasse algo clássico da cosinha japonesa. As minhas opções foram Shiitake, Nirá, Sushi de Camarão (não podia, eu tive que substituir por Salmão), Bifum (macarrão de arroz com legumes) e um prato tailandês chamado Nua Padnam Man Roi (filé ao molho de ostras com alho).

Nua Padnam Man Roi: filé ao molho de ostras com alho. destaque do Japan Fest.

Nua Padnam Man Roi: filé ao molho de ostras com alho. destaque do Japan Fest.

Sensacional a qualidade do Sashimi de Salmão. Tão bom que eu nem fiquei chateado pelo fato de não ter os de camarão como eu havia pedido.

Sensacional a qualidade do Sashimi de Salmão. Tão bom que eu nem fiquei chateado pelo fato de não ter os de camarão como eu havia pedido.

Incrivelmente senti uma grande diferença na textura e confecção do sushi. Confesso que tenho pouquísima frescura ou percepção de variação nessas peças, mas esta eu achei sensacional. A consistência do arroz todo juntinho, o peixe fresco, o sabor da gordura do salmão, enfim…  Estou curioso para visitar o local novamente e desfrutar de uma farta porções de sushi para ver se me mantenho impressionado. O Shiitake e o Nirá estavam dentro do padrão. O Bifum vem em excelente quantidade, pelando e com bastante legumes. Ganha um sabor extra se derramarmos um pouquinho de molho shoyo nele. O prato tailandês também se destacou pelo molho intenso e pela quantidade. Houve uma troca no pedido, porque eu havia pedido com carne, mas veio com frango. Confesso que também estava delicioso.

Apesar de menos “olho grande” do que eu, minha mulher fez opções iguais as minhas, como o Bifum e o Nirá. Ela também havia pedido o Sushi de camarão, mas como não havia essa opção, ela o substitui por uma porção de Salmão Skin. De diferente, ela investiu no Shimeji, para complementar meu Shiitake, e também  investiu num prato de carne, que foi o Shougayaki (filé ao molho de gengibre). No caso dela, o filé veio conforme o pedido, de carne. Mas o molho de gengibre, apesar de gostoso e diferente, a uma certa altura do prato começa a enjoar. Os destaques ficaram também por conta da qualidade do Sushi e por conta da quantidade do Bifum. Valeu o Miako Japan Fest!

Porção de Shiimeji pedida pela minha mulher, complementar à minha porção de Shiitake.

Porção de Shiimeji pedida pela minha mulher, complementar à minha porção de Shiitake.

Como não tinha Sushi de Camarão, minha mulher também trocou. Só que por uma porção de Salmão Skin.

Como não tinha Sushi de Camarão, minha mulher também trocou. Só que por uma porção de Salmão Skin.

Como ainda tínhamos direito a uma sobremesa, não nos fizemos de rogado. Tudo bem, tenho que admitir que essa de oferecer sobremesa é uma atitude simbólica do restaurante. As opções do dia eram mamão fatiado ou harumaki de banana e canela. Mamão fatiado de sobremesa? Por motivos óbvios, escolhemos o segundo. Dá uma olhada no tamanho do harumaki. Parecia um bombom. Parece que pegaram um único harumaki e dividiram em dois. Uma metade pra mim e outra pra minha mulher. Como já estava satisfeito, não fiquei menos feliz por conta da escassez da sobremesa. Sai satisfeitíssimo!

Rá-Rá! Se eu não estivesse tão satisfeito com a comida, teria achado essa sobremesa de cortesia uma grande piada. Um harumaki pela metade?

Rá-Rá! Se eu não estivesse tão satisfeito com a comida, teria achado essa sobremesa de cortesia uma grande piada. Um harumaki pela metade?



RESUMO DO ALMOÇO:

O Miako é um excelente restaurante japonês, clássico, que não oferece rodízio, mas oferece uma opção similar que é o Miako Japan Fest. Neste festival de 40 opções disponíveis, você pode escolher 5. Acredito que seja administrado por nisseis ou sanseis, descendentes de imigrantes japoneses. O ambiente é um mosaico de referências de tudo quanto é tipo à cultura japonesa. Dessa vez que fui, o atendimento ficou devendo um pouquinho. Estava cheio de executivos (ele fica ao lado da FGV), meu prato veio trocado (mas estava uma delícia), faltava guardanapo na mesa e inicialmente fiquei sem talher para comer. No caso, sem os hashis. No final, não comprometeu a experiência. Não paguei barato, mas comi bem, com qualidade e atendimento mediano.


Conhece esse japa superclássico de Botafogo? O que acha dele? COMENTE ESSE POST e contribua com sua opinião.


Restaurante Miako

Rua Farani, 20
Botafogo – Rio de Janeiro – RJ
Tel: (21) 2552-7847 | 2554-8290
Sem site (acredita?)


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